quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
poema da irmã
à jordana louise
gavetas, pulsos
quando a nossa mãe se for
não haverá partilha de bens
lar, doce.
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poesia
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
perversos
eia, que te prociro nocivamente no estado exato de mebriagz, onde me cobre o teu corpo mesmo inabitável, veste tua respiração próxima no meu rosto e não há vocábulo que descreva tuas pernas quentes apertadas contra as minhas, bambas. te invado no escuro, não sei ao certo o certo, te procuro mesmo vaga, mesmo inóspita, como um sino.
embora eu detenha a tua fuga
ainda cruzo três ou quatro linhas que me prendam
ao teu corpo lar
a te copular.
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poesia
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
fazes-me falta
"talvez não hajam idades, só mortos ressoando pelos canais do tempo, mortos que, como ímans, aproximam e afastam os que ainda não morreram. tu trazias tantos mortos na sombra do teu sorriso. um tecido de mortos; a tua fúria de apaixonada era como uma pira funerária infinita, a tua entrega como a dos corpos às labaredas, num saber de cinzas"
inês pedrosa
hoje é sexta, não me dei conta. não dou conta do tempo faz tempo. fiquei sabendo através da minha cartela de pilulas, percebi que estava ingerindo a sexta-feira. alguns livros fora de ordem, alguns cartões fora de ordem e um calor terrível nos pés. quero traduzir uma cidade a qual não me cabe, quero descrever uma roupa que me aperta, no momento vírgulas me agradam mais do que pontos finais. e ponto final. talvez eu só precisasse estar só. e ponto final.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
aviso prévio
agora também estou por aqui para impressões rápidas, coisa que venho apreciado ultimamente. mas não abandonarei este canto. aqui ocorrerão desabafos mais longos e enfadonhos. resumindo: será um blog chatíssimo. well, cada uma faz o que quer com o seu blog. eu faço bagunça. os poemas devem migrar para lá também, vamos ver se de casa nova eu tomo coragem para tirar alguns da gaveta e publicar.
beijos,
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relatos
quinta-feira, 21 de maio de 2009
a caçada
"Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela."
Anaïs Nin
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leitora
terça-feira, 28 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
filosofias de vida - parte dois.
oportunidades de emprego escassas, você simplesmente não se enquadra no perfil? "pense positivo, pense em rúcula."
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retratos existenciais
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que não possa ficar pior.

